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Como evitar que outras pessoas suguem nossas energias?



 “O problema maior, meu filho, não é como evitar que lhe roubem ou suguem energias, mas sobretudo, como você se deixa vampirizar, ser roubado, e não atenta para isso!
A postura interna de meus filhos é o que os predispõe ao escape de fluidos vitais. As atitudes, a desordem emocional, a falta de cuidado consigo mesmos, no que tange à saúde energética e à seleção de ambientes e pessoas com as quais convivem, são fatores que desencadeiam o processo de roubo de vitalidade. Por isso, vejo como algo digno em que meditar com extrema urgência: qual postura interna você tem adotado que favorece o fenômeno da perda, roubo ou vampirização energética? Não se pode jogar toda a culpa nos outros, como se meus filhos vivessem num mundo onde só há ladrões prontos a dar o golpe.
Note, meu filho, que você mesmo pode ser vampiro de suas emoções; ou mesmo, depois de certos comportamentos infelizes, provocar uma abertura em sua áurea – fato que pode ser classificado como rompimento da tela etérica, a qual delimita e envolve a estrutura psicobiofísica do ser humano. Essa ruptura propicia o escoamento de reservas vitais. Muitas vezes, episódios de fuga energética podem ser mal interpretados, dando a impressão de tratar-se de franco processo de vampirização. Mas há diferença entre roubo e perda de energia.
Portanto, quero instigar à procura da causa, que com frequência permanece escondida atrás daquilo que meus filhos traduzem, talvez apressadamente, como apropriação de fluidos vitais. Quem sabe poderão encontrar em si mesmos, em suas atitudes e comportamentos, a gênese de todo o mal que pretendem erradicar? Minha sugestão é que se faça uma crítica sem autopiedade. Possivelmente, concluirão que a maioria das vezes que julgam ter perdido vitalidade o que ocorreu foi a adoção de atitudes e hábitos destrutivos, que sabotam a própria saúde energética, emocional e espiritual.
Cada um de meus filhos é arquiteto de sua felicidade, de seu bem-estar emocional, de sua qualidade de vida – ou da falta dela. Afirmativas como essa têm sido repetidas por muitas pessoas, mas permanecem como uma verdade ainda não introjetada.
Antes de questionar como evita o roubo de energias, é preciso averiguar em que medida meu filho tem adotado um tipo de vida e vivido experiências que o deixam vulnerável. Afinal, é lógico supor que se alguém está se apropriando de sua vitalidade, talvez você esteja abrindo o campo para que isso ocorra. Caso se dedique a conhecer suas fraquezas, seus hábitos negativos, pontos fracos e sistemas de autoboicote, entãoserá mais fácil estabelecer métodos próprios de autodefesa psíquica. O conhecimento dos mecanismos internos de autossabotagem lhe dará forças para reestruturar aquilo que merece ser reciclado em suas experiências, bem como para fortalecer suas posturas saudáveis e, por conseguinte, impedir ou diminuir as perdas energéticas de grande expressão.
Diversos elementos podem ser utilizados a fim de revitalizar-se e de impedir perdas ou roubos de energias. Contudo, ervas, salmos, banhos, florais e tantos outros métodos, por mais eficazes que pareçam, não serão suficientes se você não promover uma reeducação emocional e mental. Nenhuma força externa substituirá aquela que deve partir do seu interior, à medida que meu filho avançar na cirurgia da alma, usando o bisturi da vontade para modificar a estrutura de vida que por vezes adota e que a ninguém cabe mudar, a não ser você mesmo. Por mais que se reconheçam o potencial e a eficiência de métodos variados de reposição energética, sem que você sele a brecha criada pelo comportamento e pelos hábitos adquiridos ao longo dos anos, nada adiantarão as terapias utilizadas; serão apenas paliativos".

Trecho extraído da obra “Magos Negros”, de Robson Pinheiro, pelo preto-velho Pai João de Aruanda

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