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Quadra 1, lote 1, Residencial Don Bosco, Cidade Ocidental. Veja como como chegar aqui.

Exu na umbanda


Exu é entidade de luz (em evolução) com profundo conhecimento das leis magísticas e de todos os caminhos e trilhas do Astral Inferior.

Não tem nada a ver com as imagens vendidas nas casas de artigos religiosos, com chifrinhos e rabos... Exu não é o Diabo.

São os guardiões, são os espíritos responsáveis pela disciplina e pela ordem no ambiente.
São trabalhadores que se fazem respeitar pelo caráter forte e pelas vibrações que emitem naturalmente. Eles se encontram em tarefa de auxílio. Conhecem profundamente certas regiões do submundo astral e são temidos pela sua rigidez e disciplina.

Formam, por assim dizer, a nossa força de defesa, pois vocês não ignoram que lidamos, em um número imenso de vezes, com entidades perversas, espíritos de baixa vibração e verdadeiros marginais do mundo astral, que só reconhecem a força das vibrações elementares, de um magnetismo vigoroso, e personalidade forte que se impõem. Essa, a atividade dos guardiões. Sem eles, talvez, as cidades estivessem à mercê de tropas de espíritos vândalos ou nossas atividades estivessem seriamente comprometidas. São respeitados e trabalham à sua maneira para auxiliar quanto possam. São temidos no submundo astral, porque se especializaram na manutenção da disciplina por várias e várias encarnações.

Muitos do próprio culto confundem os Exus com outra classe de espíritos, que se manifestam à revelia em terreiros descompromissados com o bem.

Na Umbanda a caridade é lei maior, e esses espíritos, com aspectos mais bizarros, que se manifestam em médiuns são, na verdade, outra classe de entidades, espíritos marginalizados por seu comportamento ante a vida, verdadeiros bandos de obsessores, de vadios, que vagam sem rumo nos sub-planos astrais e que são, muitas vezes, utilizados por outras inteligências, servindo a propósitos menos dignos. Além disso, encontram médiuns irresponsáveis que se sintonizam com seus propósitos inconfessáveis e passam a sugar as energias desses médiuns e de seus consulentes, exigindo “trabalhos”, matanças de animais e outras formas de satisfazerem sua sede de energia vital. São conhecidos como os quiumbas, nos pântanos do astral. São maltas de espíritos delinquentes, à semelhança daqueles homens que atualmente são considerados na Terra como irrecuperáveis socialmente, merecendo que as hierarquias superiores tomem a decisão de expurgá-los do ambiente terrestre, quando da transformação que aguardamos neste milênio. Os médiuns que se sintonizam com essa classe de espíritos desconhecem a sua verdadeira situação.

Depois, existe igualmente um misticismo exagerado em muitos terreiros que se dizem umbandistas e se especializam em maldades de todas as espécies, vinganças e pequenos “trabalhos”, que realizam em conluio com os quiumbas e que lhes comprometem as atividades e a tarefa mediúnica. São, na verdade, terreiros de Quimbanda, e não de Umbanda. Usam o nome da Umbanda como outros médiuns utilizam-se do nome de espíritas, sem o serem.

Os espíritos que chamamos de Exus são, na verdade, os guardiões, os atalaias do Plano Astral, que são confundidos com aqueles dos quais falei. São bondosos, disciplinados e confiáveis. Utilizam o rigor a que estão acostumados para impor respeito, mas são trabalhadores do BEM.

São eles os verdadeiros Exus da Umbanda, conhecidos como guardiões, nos sub-planos astrais ou umbral. Verdadeiros defensores da ordem, da disciplina, formam a polícia do mundo astral, os responsáveis pela manutenção da segurança, evitando que outros espíritos descompromissados com o bem instalem a desordem, o caos, o mal. Tem experiência nessa área e se colocam a serviço do bem, mas são incompreendidos em sua missão e confundidos com demônios e com os quiumbas, os marginais do mundo astral.

NÃO EXIGEM NEM ACEITAM “TRABALHOS”, DESPACHOS OU OUTRAS COISAS RIDÍCULAS das quais médiuns irresponsáveis, dirigentes e pais de santo ignorantes se utilizam para obter o dinheiro de muitos incautos que lhes cruzam os caminhos. Isso é trabalho de Quimbanda, de magia negra.

NADA TEM A VER COM A UMBANDA!

Trecho retirado do livro TAMBORES DE ANGOLA  de Robson Pinheiro 

Não confunda o médium com a entidade!

É muito comum ver esse tipo de confusão sendo feita pelos consulentes, pessoas que vão ali no terreiro para conversar com as entidades, pedir conselhos ou apenas ouvir uma palavra de conforto pois, muitas vezes, elas fixam em suas cabeças a imagem do médium (que está com o corpo ali presente) proferindo aquelas palavras de conforto ou dando sábios conselhos sem sequer notar que quem na verdade está falando (ou deveria estar) é a entidade que está (ou deveria estar) ali trabalhando.    

Há casos em que o consulente que esteve presente em alguma sessão no terreiro encontra um médium no meio da rua e resolve, sabe-se lá por qual motivo, pedir-lhe conselhos ali mesmo ou até mesmo contar uma longa história de sua vida, achando que ali, no meio da rua, o médium vai poder lhe ajudar da mesma forma que o ajudou no quando estava em transe mediúnico no terreiro.

É de fundamental importância que se tenha consciência que quando você vai a algum terreiro e conversa com uma entidade o médium está ali apenas como um canal de comunicação e não é ele (ou não deveria ser) que está proferindo aquelas palavras e, por mais que você se apegue à imagem do médium, você não estava conversando realmente com ele. Portanto, se você quer algum conselho, espere até a próxima sessão e vá até o terreiro para conversar com alguma das entidades, não ache que o médium está sempre com pensamentos positivos o suficiente para lhe dar um bom conselho. Médiuns são pessoas comuns e, como tal, tem sua vida e seus próprios problemas. Lá no terreiro é outra história, ele está ali disposto a deixar seus problemas de lado e permitir que as entidades venham para, quem sabe, resolver os problemas de outras pessoas.



O Médium       
Como diz o sábio ditado, “quando um não quer, dois não brigam” e isso é válido também para os médiuns que são abordados por pessoas no meio da rua que pedem insistentemente por algum conselho ou, com a desculpa de “apenas conversar”, tentam conseguir uma consulta fora de hora, em local inapropriado ou até mesmo com assuntos completamente alheios ao conhecimento do médium. O pior é que em alguns casos, o médium tentando dar uma de bom samaritano, acaba caindo na conversa e começa a dar conselhos e pitacos na vida de uma pessoa e esquece daquele outro velho ditado que diz que “se conselho fosse bom, não se dava, vendia”.           

O perigo de sair dando conselho à revelia é que, vai que o conselho que você deu ali na maior das boas intenções acabou por desencadear uma série de acontecimentos que fugiram completamente ao controle tanto do seu “novo amigo” quanto ao seu próprio controle, se é que alguém alguma vez teve qualquer tipo de controle sobre os acontecimentos. Quando acontece algo deste tipo, você acaba manchando o seu nome, o nome do seu terreiro (claro, porque quando acontece algo de ruim a culpa é do terreiro que não presta, mesmo que o conselho não tenha saído diretamente lá de dentro) e, é aí que vem a pior parte, acaba manchando também o nome da entidade pois quando o fulano foi no terreiro, foi aconselhado por determinada entidade e, quando te encontrou no meio da rua e veio lhe pedir conselhos, na verdade estava querendo ouvir um conselho da entidade e vai, sem sombra de dúvidas, achar que é a entidade que a está aconselhando novamente.        

Outro grande perigo para os médiuns é quando, em sua cabeça, ele começa a se confundir com a entidade que está ali trabalhando e começa a achar que ele deve interferir no que está sendo dito. Se você é um médium consciente (e imagino que muitos sejam) concentre-se ao máximo possível para que você nunca interfira no que a entidade está falando e se você sentir que algo não está certo ou que a entidade “se afastou” muito de você, é melhor parar a consulta e falar que a entidade foi embora, mesmo que seja no meio de uma conversa, vai ser muito melhor para você e para a pessoa que está ali se consultando. Volte a se concentrar, peça auxílio para o dirigente da casa ou algum outro médium com mais experiência para que a entidade volte e possa continuar a conversa com o consulente ou apenas para que ela (a entidade) fique ali energizando o seu corpo para que haja novamente o equilíbrio. Nunca tente continuar a conversa caso você sinta que a entidade não está mais ali ou “se afastou” muito.         

Há também os que acabam desenvolvendo amizade ou contato mais próximo com algum consulente. Não é nenhum crime ter amizade por alguém, acontece que é muito importante, desde o início, que fique bem claro que uma coisa é a entidade dentro do terreiro, outra coisa é o médium, a pessoa que serve de canal para a entidade.        

Esse assunto é muito delicado e deve sempre ser tratado com o máximo de seriedade e cuidado.      


fonte: saravá umbanda

Felicidade em nossa vida




Passamos por momentos de plena felicidade em nossa vida. Momentos estes que nos marcam de uma forma surpreendente. Transformam-nos, nos comovem, nos ensinam e muitas vezes, nos machucam profundamente. 

As pessoas que entram em nossa vida, sempre entram por alguma razão, algum propósito. Elas nos encontram ou nós as encontramos meio que sem querer, não há programação da hora em que encontraremos estas pessoas. Assim, tudo o que podemos pensar é que existe um destino, em que cada um encontra aquilo que é importante para si mesmo.Ainda que a pessoa que entrou em nossa vida, aparentemente, não nos ofereça nada, mas ela não entrou por acaso, não está passando por nós apenas por passar.

O universo inteiro conspira para que as pessoas se encontrem e resgatem algo com as outras. Discutir o que cada um nos trará, não nos mostrará nada, e ainda nos fará perder tempo demais desperdiçando a oportunidade de conhecer a alma dessas pessoas.Conhecer a alma, significa conhecer o que as pessoas sentem, o que elas realmente desejam de nós, ou o que elas buscam no mundo, pois só assim é que poderemos tê-las por inteira em nossa vida.

A amizade é algo que importa muito na vida do ser humano. Sem esse vínculo nós não teremos harmonia e nem paz. Precisamos de amigos para nos ensinar, compartilhar, nos conduzir, nos alegrar e também para cumprirmos nossa maior missão na terra: "Amar ao seu próximo como ama a si mesmo"E para que isso aconteça, é preciso nos aceitar em primeiro lugar, e depois olharmos para o próximo e enxergarmos o nosso reflexo. Estas pessoas entram na nossa vida, às vezes de maneira tão estranha, que nos intrigam até. Mas cada uma delas é especial, mesmo que o momento seja breve, com certeza elas deixarão alguma coisa para nós.

Observe a sua vida, comece a recordar todas as pessoas que já passaram por você, e o que cada uma deixou.Você estará buscando a sua própria identidade, que foi sendo construída aos poucos, de momentos que aconteceram na sua vida, e que até hoje interferem em seu caminho. Aproveite para conquistar uma pessoa a cada dia, dar a elas a sua maior atenção, e fazer com que você também seja algo muito importante na vida destas pessoas. 

Quando sentir que alguém não lhe agrada, dê uma segunda chance de conhecê-lo melhor, você poderá ter muitas surpresas cedendo mais uma oportunidade. Quando sentir que alguém é especial para você, diga a ele o que sente, e terá feito um momento de felicidade na vida de alguém. 

Não deixe para fazer as coisas amanhã, poderá ser tarde demais. Faça hoje tudo o que tiver vontade. Abrace o seu amigo, os seus irmãos, os seus filhos. Dê um sorriso para todos, até ao seu inimigo. Se estiver amando, ame pra valer, procure viver cada minuto deste amor, sem medir esforços. Sinta-se alegre todas manhãs, mesmo que o dia não prometa nada de novo. Planeje o seu destino! Sopre aos ventos os seus sonhos, eles irão se espalhar pelos ares e voltar a você em forma de realidade. Preste bastante atenção em todas as pessoas, elas poderão estar trazendo a sua tão esperada FELICIDADE.


Caboclo Sete Encruzilhadas


Contribuição de Roberto Faissal Alaby

A MAIOR CAUSA DE FRACASSO DOS MÉDIUNS DE UMBANDA E O ASSÉDIO DOS KIUMBAS


Todo médium que trabalha na faixa da luz, no combate a todas as mazelas, especialmente contra o baixo-astral – convém sempre que o lembremos – é avisado constantemente pelas entidades protetoras de que sua regra de todo instante é o “orai e vigiai”...
Por quê? Porque o baixo-astral que ele contraria, por força de sua mediunidade positiva, fica na sombra aguardando uma oportunidade para atacá-lo...
Logo, se ele tem um ponto fraco qualquer, nesse caso, uma forte predisposição sensual, é certo que esse mesmo baixo-astral lançará mão de todos os recursos para instigá-lo nessa parte.
Então, como não podem atacar diretamente, costumam fazê-lo, lançando sobre ele a tentação do sexo através de algum elemento feminino que o cerca e que por sua própria natureza é fraco. Isso no caso do homem-médium. No caso da mulher médium é a mesma coisa. Essa cai mais depressa. Lançam o elemento masculino sobre elas e pronto, quase não tem muito trabalho, pois a mulher tem uma ponte de contato maior, muito maior do que o homem, para o baixo-astral – é sua natural vaidade que é logo decuplicado e pronto, é difícil escapar.
Mas que não haja dúvidas do seguinte: o médium é alertado, pela sua entidade protetora, de todos os aspectos negativos que o cercam. Exercem uma constante vigilância sobre ele e nada acontece a esse médium se ele está dentro da moral ou da “linha justa”. Agora, se esse médium, usando de seu livre-arbítrio, dentro de uma incontida predisposição, já por ter criado pela vaidade uma série de condições negativas, vira as costas à moral e à “linha justa”, construiu a ponte de contato mental ou vibratório para as influências inferiores. Dentro dessas condições ele está repelindo as influencias benéficas e protetoras de suas entidades, que se veem jogadas a um segundo plano...
E é por tudo isso que, nessas questões, nesses casos de médiuns-fracassados por causa de forte incontinência sexual ou pelo irrefreável sensualismo em torno de mulher ou moça de seu próprio terreiro, não tem desculpa... ou melhor: um ou outro, excepcionalmente, dadas certas condições particularíssimas de sua vida, foram desculpados, porém, dentro do ultimatum de ser o primeiro e o último.
Porque, infelizmente, é duro, mas nós vamos dizer: todos os fracassos, todas as quedas de médiuns, quer seja homem ou mulher, tem se dado, invariavelmente, com elementos ou criaturas que estão dentro do terreiro ou que fazem parte do corpo-mediúnico, isto é, criaturas que estão sob a responsabilidade moral e espiritual do médium-chefe...


W.W. MATTA E SILVA
Trechos extraídos do livro
Doutrina Secreta de Umbanda

A ajuda que os espíritos da umbanda dão aos espíritas e os espíritas não sabem

Quando uma pessoa começa um trabalho de auxílio espiritual ela sempre acha que está ajudando os outros e que ela é o meio para que a espiritualidade faça o seu serviço no plano terreno. Entretanto, se aquilo que as pessoas tanto estudam na teoria tivesse sido absorvido como sabedoria ao invés de mero conhecimento intelectual e se tivessem o mínimo de autoconhecimento saberiam que, a bem da verdade, são elas que estão sendo ajudadas e que o trabalho que prestam aos outros é o meio pelo qual estão pagando os próprios pecados. É muito cômodo para qualquer pessoa que esteja inserida no trabalho de amparo espiritual colocar-se na posição de amparador, da “pessoa que ajuda”, vez que o verdadeiro motivo de seu trabalho é ignorado. Esta é uma das razões pela qual as pessoas não lembram de suas vidas passadas, já que se soubessem do que fizeram e o que foram a culpa lhes tiraria a alegria de viver. E, como alguns grupos espirituais trabalham, o negócio é “alegria! alegria!”.
Pessoas que jamais se interessaram em espiritualidade, que nunca procuraram Deus porque queriam, mas porque precisavam para resolver seus próprios problemas, que elas mesmas criaram, diga-se, repentinamente caem de paraquedas em um trabalho de ajuda espiritual e não se questionam o porquê. Adotam rapidamente a postura de “eu ajudo os outros” e passam a viver nesta ilusão. Mal sabem que na verdade fazem aquilo porque elas mesmas precisam, não os outros. Mal sabem que no meio de tantos casos “horríveis”, dos outros, o caso delas é o mais horrível de todos e que a espiritualidade abriu as portas para que elas se redimissem de seu tenebroso passado através disto. Em um universo criado por um Deus justo e perfeito nada poderia deixar de ser justo e perfeito e tudo está em perfeita harmonia, cabe apenas ao homem desenvolver a capacidade de perceber este equilíbrio entre todas as coisas. A ajuda que prestam na vida atual equilibra o que antes fizeram.
Muitos acham que a ajuda espiritual é a sua “missão” na Terra, quando de fato é apenas seu resgate kármico. Um exemplo disso são as pessoas que combateram nas duas guerras mundiais e hoje exercem a medicina como forma de compensação; antes tiravam vidas, hoje às mantém. E assim, o Deus justo e perfeito, a espiritualidade maior, a Providência Divina, dá a todos a chance de se redimir, sempre, pela ação, pelo trabalho, e quanto mais consciência a pessoa tiver sobre isto melhor será tanto para ela quanto para as pessoas que ela “ajuda”. A vida, e tudo que nela se encontra, como um grande laboratório para as almas permite que cada um tenha à disposição todas as ferramentas para poder evoluir e o trabalho espiritual é um destes, não obstante o seu efeito de compensação. Ocorre que esta ajuda que vem do lado de lá acaba sendo desvirtuada e as pessoas que estão sendo ajudadas acabam achando que são elas que estão ajudando; o que lhes cega à Verdade e compromete suas realizações.
Na ajuda espiritual prestada há tanto a necessidade de resgate como de aprendizado e as pessoas que “ajudam” devem cuidar muito antes de se colocar e assumir a posição de “quem ajuda”, já que pode ser que aquela pessoa que ela pensa estar ajudando é que à está ajudando ao permitir ser ajudada. A Terra não está tão lotada de santos para que se pense que todas as pessoas que prestam ajuda espiritual aos outros são espíritos evoluídos que vieram para iluminar e salvar o mundo e as pessoas que se propõem a ajudar espiritualmente têm a obrigação de ter competência para isso, competência que vem pelo autoconhecimento e ciência de sua própria história. Quando uma pessoa sabe porque, de fato, está “ajudando” os outros a ajuda é mais efetiva; do contrário, é como um cego em um tiroteio. A consciência acalenta o coração e é do coração que a ajuda deve vir. A Vontade que vem do coração é tudo. Não são os livros lidos nem as horas de cursos, é o coração.
Nos centros espíritas do Brasil, bem como nas chamadas “mesas brancas”, existem grupos de mentores espirituais que auxiliam nos trabalhos. O que os espíritas não sabem é que na maioria dos casos estes espíritos que os auxiliam são da umbanda, os quais não tomam a iniciativa de se declarar desta forma para evitar entraves dos que participam fisicamente do trabalho. Sendo o espírita um religioso cristão se soubesse que quem lhe auxilia são espíritos da umbanda este poderia gerar bloqueios emocionais e psíquicos, o que comprometeria o fluxo de energia, a egrégora e consequentemente o trabalho feito. Para as pessoas com um desenvolvimento espiritual mais apurado é fácil identificar tais espíritos, entretanto, a maioria dos espíritas não têm essa capacidade e apenas se preocupa em se escorar em seu conhecimento intelectual da doutrina espírita e no seu tempo de religião para ditar verdades. Para o espírita importa mais o tempo de espiritismo do que o desenvolvimento espiritual .
Assim como nas mesas brancas, nos centros espíritas existe grande atividade dos espíritos da umbanda e aí entra a questão do motivo de tantos espíritos da umbanda se colocarem à disposição para auxiliar nos trabalhos espirituais: um dos karmas do Brasil. O ciclo de encarnações segue um processo anti-horário. Quer dizer: quem nasceu no Brasil nesta vida tende a nascer na África na próxima e assim por diante, seguindo um sistema anti-horário pelo globo. Milhões de brasileiros tiveram suas últimas encarnações na antiga América escravocrata, principalmente no Brasil, onde desarmonizaram-se com os escravos africanos e hoje estão resgatando seu karma justamente com os espíritos da umbanda, os quais possuem ligação direta com a África. Por isso há tantos espíritos da umbanda atuando nos centros espíritas, mesas brancas e nos próprios terreiros de umbanda em todo o Brasil. Os espíritos da umbanda estão ajudando os brasileiros a resgatar seus karmas. Ressalta-se por oportuno que a corrupção é o maior karma coletivo do Brasil.
Tais espíritos estão ajudando nos trabalhos espirituais realizados na Terra, independente da denominação a que as pessoas pertencem. Nos locais onde lhes é propício se anunciarem como sendo da umbanda, assim o fazem e quando não é, não o fazem. Se para ajudar espiritualmente alguém mediante as circunstâncias presentes é preciso que os mentores espirituais terrestres deixem de se declarar como e quem são, assim o fazem. Como os espíritas são os que fazem o maior trabalho espiritual prático e efetivo no Brasil, com os espíritas os espíritos da umbanda trabalham, não se declarando prontamente a qualquer um como sendo da umbanda, apesar de não negarem este estado aos que possuem capacidade para percebê-los como são. Nisto, há grupos espíritas de anos em que seus membros não sabem que seus mentores espirituais são da umbanda, pois se soubessem o trabalho poderia ser prejudicado em razão das percepções individuais equivocadas que cada membro poderia ter sobre a umbanda.
Nos trabalhos espirituais assistidos pelos espíritos da umbanda para evitar qualquer obstrução de energia por um pensamento ou uma emoção do espírita que poderia se travar pela ciência de ser ajudado por espíritos da umbanda, tais espíritos, desejando ajudá-los a ajudar, não tomam a iniciativa de se declarar como sendo da umbanda e os espíritas, que como religiosos não buscam de fato a Verdade, já que colocam a religião como verdade e não a Verdade como religião, além de que a maioria não possui desenvolvimento espiritual para perceber e identificá-los, acabam nem sabendo quem são estes espíritos que os ajudam, pois em sua fixação pelo trabalho espiritual, o dogma-mor da salvação em sua religião que lhes empurra temeraria e unicamente para o trabalho espiritual acima de tudo, deixam de procurar saber quem são os espíritos que os ajudam. Para o espírita importa o trabalho espiritual e se tem espíritos ali para ajudar a trabalhar, pronto, vão tocando em frente porque a caridade é a sua salvação.
Em minhas experiências práticas com os espíritos da umbanda pude perceber algumas particularidades em suas manifestações. Tais espíritos costumam rodear o recinto impondo um ritmo circular ao passar, o que diz respeito ao princípio do ritmo, pelo qual, também, os pajés usam o chocalho, os terreiros o atabaque e os budistas balançam o corpo ao meditar e os muçulmanos ao decorar as suras etc. Veja-se que não é à toa que existem os movimentos de rotação e translação no universo. Eles se manifestam de uma forma demasiadamente simples, eis que trabalham para ajudar pessoas demasiadamente simples e/ou de fé simples. Pessoas se identificam e se abrem mais, em todos os planos, com quem usa da sua linguagem. Em alguns de meus contatos com tais entidades estes espíritos me passaram alguns recados a serem passados justamente para espíritas incapazes de percebê-los. Em outros momentos anteciparam em dias que estariam em certo local em certo tempo, o que se consumou.
Compreendendo a ajuda espiritual como um efeito, a pessoa que “ajuda” deve saber a causa deste efeito e saber porque está fazendo isso. Com toda certeza se as pessoas que dizem que “ajudam espiritualmente os outros” fossem buscar o motivo que as levou a isto saberiam que ali não há nenhum sacrifício pela humanidade, um estado crístico, de mestre ou avatar ou santidade, mas, pelo contrário, um resgate kármico. Estão ajudando porque elas mesmas precisam, pois é na ajuda aos outros que elas se ajudam equilibrando, compensando, o que fizeram anteriormente. A pessoa que diz que ajuda espiritualmente os outros antes de fazer tal afirmação deve buscar e saber se não é ela que está sendo ajudada e os espíritas devem buscar o desenvolvimento para ter a capacidade de perceber quem são os espíritos que os ajudam em seus trabalhos, do contrário continuarão a receber ajuda de espíritos que nem eles mesmos sabem quem são; pois, conforme diz a própria bíblia: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32), não o trabalho.

Ogunhê!!!!


Ogum é um poderoso Orixá, dono do ferro e do fogo. Ele é um guerreiro,um lutador que defende a lei e a ordem. Este Orixá abre os caminhos e vence as lutas, agindo pelo instinto para defender e proteger os mais fracos. Todas as lutas, as conquistas, as vitórias são presididas por Ogum.
Ele é a lei divina em ação, que pune e premia, mas não gosta de ser invocado em vão. É fácil invocar Ogum, mas controlar as suas ações é impossível.
O dia da semana consagrado a Ogum é a terça-feira, que coincide com o dia dedicado pelos romanos a Marte, o deus da guerra. Sempre ligado à força e ao poder, ele é o dirigente que não quer ter suas ordens desobedecidas. Ogum pode ser associado ao arcano IV do Taro: o Imperador; como esse arcano ele encarna a vontade firme aliada a força de execução, as energias fluindo para uma realização material. Ele protege seus domínios de forma consciente, seguro do poder que representa. Enfocado como arquétipo, Ogum contém elementos fortes e consistentes que o mantém como uma figura viva e atuante na esfera psíquica do homem.

O Físico e o Temperamento
O filho e a filha de Ogum são geralmente magros e altos (pode haver exceções). Apesar de ser um pouco tímido e discreto quase nunca passa despercebido.

Salve Jorge!!!!!!


Eu andarei vestido e armado, com as armas deSão Jorge. Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me exerguem e nem pensamentos eles possam ter para me fazerem mal.
Armas de fogo o meu corpo não o alcançarão, facas e lanças se quebrarão sem ao meu corpo chegar,

Reflitam!!!

Tudo que passamos hoje é reflexo de atitudes que tivemos no passado e nos prepara para o que virá em nosso futuro. Nossa atitude que irá definir quem realmente seremos e o que realmente teremos, pensar no próximo e ajudar ao próximo é maior riqueza que nós podemos levar dessa terra. Para que servem tantos bens matérias? Em tempos antigos, só era plantado o que seria consumido, por que poucos têm muito e muitos têm pouco? Onde está o equilíbrio nisso tudo? Vejo muitas pessoas querendo uma vida melhor, passar em um concurso bom para ter dinheiro e “viver feliz para sempre” e que hora eles guardam no dia para agradecer a Deus tudo que lhe foi dado? Como eu já disse a nossa maior riqueza é a caridade com o próximo. 

Autor desconhecido

A Vida

A vida é muito curta para acordar com arrependimentos.
Ame as pessoas que te tratam bem.
Ame, também aquelas que não, só porque você pode.
Acredite que tudo acontece por uma razão.
Se tiver uma segunda chance, agarre com as duas mãos.
Se isso mudar sua vida, deixa acontecer.
Deus nunca disse que a vida seria fácil.
Ele simplesmente prometeu que valeria a pena.

Causas da Obssessão

É de vital importância, descobrir as causas que levaram o obsediado a cair sob o domínio do
Espírito que o atormenta.
Sabemos, através de Allan Kardec, que no "pano de fundo" de todas as
perturbações espirituais, estão as fraquezas morais dos encarnados; ou seja, as imperfeições da alma. 
Algo muito parecido acontece com as doenças do corpo físico: quando elas se instalam no organismo, a causa geralmente está nas fraquezas ou falhas existentes na estrutura orgânica.
Para se curar uma doença física, o médico deve examinar o caso de modo a descobrir quais
os motivos que levaram ao aparecimento da enfermidade. Depois do diagnóstico, ele
prescreve o tratamento clínico ou cirúrgico.
Segundo um julgamento lógico e científico. Mais tarde, avaliará os resultados, pondo fim ao
tratamento ou dando continuidade a ele, se necessário for. Na terapêutica destinada ao
tratamento da obsessão, podemos proceder com metodologia parecida, já que as causas dos
distúrbios obsessivos .
São diversificadas e instalam-se na mente do obsediado devido a uma fraqueza ou falha do
seu organismo moral.
O primeiro passo será fazermos uma pesquisa moral e espiritual em torno da vida do
paciente. Uma investigação metódica, como veremos, que poderá nos fornecer informações
que facilitarão o tratamento.