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Quadra 1, lote 1, Residencial Don Bosco, Cidade Ocidental. Veja como como chegar aqui.

Salve Cosme e Damião

Oração a Cosme e Damião.

São Cosme e São Damião! Por amor a Deus e ao próximo, consagrastes a vida no cuidado do corpo e alma dos doentes. Abençoai os médicos e farmacêuticos. Alcançai a saúde para o nosso corpo. Fortalecei a nossa vida. Curai o nosso pensamento de toda maldade. A vossa inocência e simplicidade ajudem todas as crianças a terem muita bondade umas com as outras. Fazei que elas conservem sempre a consciência tranqüila. Com a vossa proteção, conservai o meu coração sempre simples e sincero. Fazei que eu lembre com freqüência estas palavras de Jesus: "Deixai vir a mim as criancinhas, porque delas é o Reino de Deus".
São Cosme e São Damião, rogai por nós, por todas as crianças, médicos, farmacêuticos e enfermeiros.

Dica de Livro: Negro - Robson Pinheiro

A mesma palavra para duas realidades diferentes.
Negro. De um lado, a escuridão, a negação da luz e até o estigma racial. De outro,
o gingado, o saber de um povo, a riqueza de uma cultura e a história de uma gente.
Em Pai João, a sabedoria é negra, porque nascida do cativeiro; a alma é negra, porque humana — mistura de bem e mal. As palavras e as lições de um negro-velho, em branco e preto.
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Alteração no Calendário de Setembro

Olá pessoal,

Tivemos uma alteração no calendário desse mês, estava marcado para o dia 23 o trabalho de pomba gira com a alteração o trabalho será realizado no dia 30/09 no mesmo horário.

Iemanjá, a Mãe do Amor na cachoeira dos olhos

Mãe Iemanjá!*
Que faz dos meus olhos
Uma cachoeira,
Quando eu penso no Bem
E na evolução dos homens.
Quando eu canto a Luz
Em meu coração;
Quando o Amor me faz escrever
E os espíritos vêm cantar aqui.

Ah, Mãe Querida!
Que lava as maldades do mundo
Com as águas da compaixão,
E que acalma o coração.
Que faz a chuva de Amor acontecer
Na cachoeira dos meus olhos...

Ah, Mãe das águas!
Que me abraça com a luz azul e branca,
E fortalece a minha fé.
Que, na luz do luar e nas ondas do mar,
Vem me sussurrar o encanto do Bem.

A Senhora me conhece, bem mais do que eu mesmo.
E, em muitos vôos espirituais, me protegeu tanto...
E, novamente, eu estou aqui, igual a uma criança,
Brincando na chuva.

Sim, a sua chuva de Amor, que cai do Astral Superior,
E faz a cachoeira descer dos meus olhos...
Porque assim são as minhas lágrimas,
Quando o Amor me faz escrever,
E lava a minha alma

Ah, Mãe Iemanjá!
Que faz o meu corpo astral** flutuar nas vagas siderais...
Como uma pluma levada pelos ventos da espiritualidade.
Que me chama de menino, porque me conhece bem;
Que me fez ser médium*** de tudo o que é da Luz;
E que me deu a Fé que não me deixa trair o meu coração.

Ah, Querida!
Se eu tivesse o talento do poetinha, faria agora uma canção.
Mas eu só tenho um Grande Amor no coração,
E a Luz do Bem que a Senhora me ensinou.
E tudo isso desce na cachoeira dos meus olhos...

P.S.:
A chuva desce aqui,
Enquanto os espíritos
Cantam e dançam.
Porque eles sabem das coisas,
E eles cantam a Fé e o Amor.
E sempre dizem: Nunca traia o seu coração.
Porque a morte real não é a do corpo,
Mas, sim, aquela que afasta o Ser da Espiritualidade.

(Dedicado a Vinicius de Moraes, ao meu amigo baiano Carlito, que também mora no Céu, e aos guardiões espirituais que operam invisivelmente a favor do bem de todos os seres.)

Com gratidão.

- Wagner Borges – servidor da Luz, sempre...

Já é tempo de refletirmos diante de alguns conceitos...

Cada um deve saber o que realmente Deus deseja de nós seus filhos,
vejam falamos aqui em Deus não as religiões que em sua maioria nos
afastam Dele, "como isso ocorre?" você deve estar se perguntando!
Simples, hoje vivemos em um clima competitivo da fé, onde ao invés
do perdão, é ensinada a filosofia das penas eternas no "limbo do
inferno" onde o mesmo, existe dentro do ser e não fora dele, assim
como o conceito de céu, basta lhe ensinarem qual dos dois você deve
alimentar.
Quando não, atribuímos as Divindades sejam deste ou daquele credo
religioso, a responsabilidade de mudarem nossas vidas e destinos,
minha gente, cada um é responsável pelos seus atos e santos meus
filhos não carrega ninguém nem seus atos e erros nas costas, o
fundamento religioso não é para isso.
Ainda temos a regra de "demanda" onde tudo o que acontece na vida
de determinado ser é fruto de seus inimigos que o demandaram com
pensamentos, elementos etc. Se esquecendo da lei de causa e efeito
tão pouco estudada e valorizada pelo próprio individuo que se julga
demandado e completaríamos "cego" também.
Apostas com Deus, com Santos, com Orixás, vivemos um clima
competitivo dentro do cenário religioso onde todos lutam para serem
dentro de sua fé melhores que este ou aquele, será meus filhos que
realmente é esta a proposta de Deus???
Será que é esta a função das religiões?
Se abordarmos no inicio deste texto que religião tem o papel de
religar, deixamos a sugestão para que cada líder religioso e seus
seguidores procurem ligar o perdão, o amor, o respeito e a
fraternidade dentro de seus próprios ritos sejam eles quais forem. As
mudanças devem partir de dentro para fora, não é?
Cada um deve se preocupar em não deturpar a palavra do Cristo, mas
aceita-la e acima de tudo vivenciá-la para que "no grande momento"
que tantos falam e muitos criam suas versões, estejamos realmente
preparados e não iludidos!
Lembrem-se que todos somos um vaso divino, cabe a cada um refletir
sobre o que realmente esta colocando dentro deste vaso e acima de
tudo se isso lhe será útil de alguma forma.... Ou talvez ilusório... Ou
ainda enganador....
“... lembra-te de onde caíste! Arrepende-te, e pratica as primeiras
obras.
Se não te arrependeres, brevemente virei a ti, e removerei do seu
lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres..."
Ap: 2 - 1/6
Pai Antonio das Almas

O Filme dos Espiritos



'O Filme dos Espíritos' tem roteiro livremente baseado em 'O Livro dos Espíritos', escrito por Allan Kardec, em 1857. O longa acompanha um homem que, depois de perder a esposa e o emprego, está à beira do suicídio. Mas ele toma contato com a obra de Kardec, mudando os rumos de seu destino.

O que é Orixá?

Orixá é um poder divino em si mesmo e realiza-se na vida dos seus cultua­dores como uma energia viva e divina capaz de realizar ações abrangentes, modificadoras da vida do ser.

Orixá é o poder de Deus manifestado de forma “personificada” em que um ente de natureza divina irradia continuamente es­se poder que concentra em si e doa graciosamente a todos que, movidos pela fé, a ele recorrer religiosamente por meio de cantos e orações.

Já quem recorrer magisticamente a eles, aí é preciso outros procedimentos para ativação do seu poder realizador.

Muitos são os poderes de Deus e muitos são os Orixás cultuados na Umbanda.

Diferente do Candomblé Nagô, onde o sobrenome é designador da qualidade do Orixá, na Umbanda cada sobrenome sim­bólico indica uma entidade em si com sua hierarquia espiritual a manifestá-lo e tra­balhar incorporado durante as giras ou ses­sões de incorporação.

Ogum é o Orixá maior. Já Ogum Megê é o “Ogum dos Cemitérios”.

Ogum para todos, Ogum Megê para os trabalhos espirituais no terreiro ou no cemitério.

Para um sacerdote dos Orixás na Nigéria, provavelmente é uma heresia oferendar Ogum em um cemitério. Mas nós só oferendamos Ogum Megê no cemitério, pois, para nós, ele é o ordenador ético e moral dos procedimentos nos domínios de Obaluaiê e Omulu, os donos do “Campo Santo”.

Logo, se é nesse campo que essa entidade atua, é nele que deve ser firmado, oferendado e invocado magisticamente. Esses procedimentos não fomos nós, os encarnados, que determinamos. Quem os ensinou e ordenou que assim procedês­semos foi a espiri­tua­lidade que, aos se manifestar em seus médiuns, indicava como deviam proceder.

Pouco a pouco, todo um novo conheci­mento e uma nova forma de cultuar e ativar os po­deres dos Orixás nos foram sen­do transmitidos até que che­gamos a um ponto em que pre­cisamos limitar um pouco as muitas possi­bilidades colocadas à nossa disposição pe­los guias espirituais.

Isto é Orixá na Umbanda: uma força e um poder colocados à nossa disposição de uma forma diferente da já tradicional na Nigéria.

Como a Umbanda nasceu no Brasil e foi pensada no plano espiritual por mentes evoluidíssimas, um novo modo e uma nova forma foram tomando corpo e resultaram em uma nova religião.

Tal como o Cristianismo fez com o Velho Testamento: reescreveu-o no Novo Testamento e está aí, há dois mil anos acolhendo e sustentando religiosamente os seus seguidores.

Orixá é poder divino e pode ser adapta­do a vários modos e formas de culto e de magia.

Orixá gera religiões e magias porque é poder fundamentado em Olorum, o nosso Divino Criador.

Não tenham dúvidas, se for preciso, eles criam novas formas de culto e novos mo­dos de ativá-los religiosa e magisti­ca­mente. Quando e onde for necessário, lá surgirão uma forma e um modo específicos onde seus fundamentos divinos, os natu­rais, os espirituais e os magísticos estarão preservados e intactos porque são divinos, são sagrados e são parte deles.

Na verdade, os seus fundamentos são imutáveis porque são suas essências e suas qualidades religiosas e magísticas.

Concluindo, Orixás é poder divino colo­cado à nossa disposição e alcance para recor­rermos quando criam-nos ou criamo-nos dificuldades que paralisam nossa evo­lu­ção espiritual ou material. Ou ambas!

Texto extraído do livro “Os Arquétipos da Umbanda - As hierarquias espirituais dos Orixás” de Rubens Saraceni - Editora Madras.

Orixá Exu - Fundamentação do Mistério Exu na Umbanda Voltar

O que a maioria das pessoas sabe, até mesmo os médiuns de Umbanda, é que Exu é guardião das Porteiras dos terreiros, cuida dos caminhos de muita gente, auxilia muitos que buscam sua ajuda e é temido por outros. O que poucos sabem é que Exu também é um Orixá na Umbanda e rege um mistério impressionante.http://www.blogger.com/img/blank.gif
Nesta obra, o Mestre Mago Rubens Saraceni discorre a respeito deste que é um doshttp://www.blogger.com/img/blank.gif mais controvertidos e incompreendidos Orixás: Exu. Ele explica que, para cada mistério da criação, há um Exu guardião assentado no lado de fora dele, sempre pronto para recolher no seu domínio do vazio relativo os seres que entram em desequilíbrio e receber todas as descargas de energias negativas emitidas pelos seres dentro dos diversos domínios, mas que não podem permanecer ali por muito tempo.
Ocorre que, sem a presença de Exu no lado de fora desses domínios, os espíritos naturais e os humanos cairiam diretamente no vazio absoluto e ali não resistiriam ao seu avassalador poder de esgotar tudo e todos dos seus negativismos internos, desenvolvidos quando viviam no interior dos domínios existentes da criação.
Este é um trabalho que traz conceitos inéditos que fundamentam o Mistério Exu na Umbanda.
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Concentração na Corrente

Uma das primeiras lições que aprendi na Umbanda foi que a concentração dos médiuns da corrente bem como o de todo o restante das pessoas presentes na assistência é fundamental para o bom desenvolvimento dos trabalhos da casa e, principalmente, para a manter a boa vibração das energias do ambiente.

Durante meus primeiros dias participando das giras de na casa que frequento era bem difícil manter a concentração e observar todo aquele mundo novo que se abria ao meu redor sem que minha atenção fosse dispersada para assuntos alheios àquele momento, principalmente para uma pessoa como eu, que possui uma hiperatividade bem complicada de controlar. Tentarei explicar: Eu raramente consigo me concentrar em apenas uma coisa. Geralmente estou pensando várias coisas ou executando várias tarefas ao mesmo tempo. Parar a minha cabeça é algo extremamente difícil e, só com muita disciplina, eu consigo hoje controlar os meus pensamentos durante o tempo em que estou na corrente.

Nos primeiros dias de corrente eu sentia na pele os resultados dessa minha hiperatividade e, frequentemente, saía da gira com o corpo pesado, com dores de cabeça e, vez ou outra, sentia que alguma energia não estava fluindo legal no ambiente. E veja só, depois fui descobrir que era a minha própria energia que estava em desarmonia com o ambiente pois às vezes estava lá na corrente e, mesmo estando atento à tudo que estava acontecendo, à tudo que estava me sendo dito, estava pensando no meu trabalho, em como resolver alguns problemas relacionados à programação.

Com o passar do tempo e depois de ler vários artigos na Internet sobre a importância da concentração na corrente, fui aprendendo a controlar os meus pensamentos e hoje, sempre que estou na corrente fico concentrado ali no ambiente, em todas as energias que que ali estão presentes e, principalmente, nos ensinamentos passados pelos guias e pessoas mais experientes da casa.

É certo que algumas vezes as energias não estão completamente em harmonia pois além dos médiuns da corrente, é importante a concentração das pessoas que estão na assistência mas, infelizmente, este é um fator que raramente podemos controlar e sempre há os curiosos e pessoas mais desinformadas que frequentam o local e, ao invés de se concentrarem em tudo que está acontecendo ali e mentalizando coisas boas para a sua vida, estão pensando na fofoca que fulano fez sobre sua vida, no próximo capítulo da novela ou até mesmo tentando de alguma forma, buscar o mal para algum desafeto.

Pelo pouco de experiência que tenho posso afirmar categoricamente que, enquanto você estiver participando de uma gira de Umbanda, seja na corrente ou na assistência, o seu grau de concentração no ambiente e a sua mentalização em coisas boas e energias positivas em geral são fundamentais para que você saia dali com o a alma limpa, bons fluidos e, principalmente, recebendo todo o axé que a casa proporciona.

Se você, mesmo sabendo disso, não é capaz de organizar seus pensamentos por possuir uma hiperatividade ou até mesmo alguma dificuldade de concentração, não deixe de conversar com os dirigentes da casa ou algum guia espiritual para que eles possam te auxiliar nessa busca da concentração de forma que você possa cada vez mais estar em harmonia com o ambiente. Você vai sentir o benefício.

fonte: http://www.saravaumbanda.com

Eu Sou Umbandista

Eu sou Umbandista...Mas o que é isso? O que é ser Umbandista?
É não ter vergonha de dizer: "Eu sou Umbandista".
É não ter vergonha de ser identificado como Umbandista.
É se dar, acima de tudo a um trabalho espiritual.
É saber que um terreiro,um centro, uma casa de Umbanda é um local espiritual e não a Religião de Umbanda em seu todo, mas todos os terreiros,centros e casas de Umbanda,representam a Religião de Umbanda.
É saber respeitar para ser respeitado,é saber amar para ser amado,é saber ouvir para ser escutado,é saber dar um pouco de si para receber um pouco de Deus dentro de si.
É saber que a Umbanda não faz milagres,quem os faz é Deus e quem os recebe os mereceu.
É saber que uma casa de Umbanda não vende nem dá salvação,mas oferece ajuda aos que querem encontrar um caminho.
É ter respeito por sua casa, por seu sacerdote e pela Religião de Umbanda como um todo: irmandade.
É saber conversar com seu sacerdote e retirar suas dúvidas.
É saber que nem sempre estamos preparados. Que são necessários sacrifícios,tempo e dedicação para o sacerdócio.
É entrar em um terreiro sem ter hora para sair ou sair do terreiro após o último consulente ser atendido.
É mesmo sem fumar e beber dar liberdade aos meus guias para que eles utilizem esses materiais para ajudar ao próximo,confiando que me deixem sempre bem após as sessões.
É me dar ao meu Orixá para que ele me possua com sua força e me deixe um pouco dessa força para que eu possa viver meu dia-a-dia numa luta constante em benefício dos que precisam de auxílio espiritual.
É sofrer por não negar o que sou e ser o que sou com dignidade,com amor e dedicação.
É ser chamado de atrasado,de sujo,de ignorante,conservador,alienígena,louco. E ainda assim,amar minha religião e defendê-la com todo carinho e amor que ela merece.
É ser ofendido físico,espiritual e moralmente, mas mesmo assim continuar amando minha Umbanda.
É ser chamado de adorador do Diabo,de Satanás,de servo dos Encostos e mesmo assim levantar a cabeça,sorrir e seguir em frente com dignidade.
É ser Umbandista e pedindo sempre a Zambi para que eu nunca esteja Umbandista.
É acreditar mesmo nos piores momentos,com a pior das doenças,estando um caco espiritual e material,que os Orixás e os guias,mesmo que não possam nos tirar dessas situações, estarão ali,ao nosso lado,momento a momento nos dando força e coragem;ser Umbandista é acima de tudo acreditar nos Orixás e nos guias,pois eles representam a essência e a pureza de Deus.
É dizer sim,onde os outros dizem não!
É saber respeitar o que o outro faz como Umbanda,mesmo que seja diferente da nossa,mas sabendo que existe um propósito no que ambos estão fazendo.
É vestir o branco sem vaidade.
É alguém que você nunca viu te agradecer porque um dos seus guias a ajudou e não ter orgulho.
É colocar suas guias e sentir o peso de uma responsabilidade onde muitos possam ver ostentação.
É chorar,sorrir,andar,respirar e viver dentro de uma religião sem querer nada em troca.
É ter vergonha de pedir aos Orixás por você,mas não ter vergonha de pedir pelos outros.
É não ter vergonha de levar uma oferenda em uma praia ou mata,nem ter vergonha de exercer a nossa religiosidade diante dos outros.
É estar sempre pronto para servir a espiritualidade,seja no terreiro,seja numa encruza,seja na calunga,seja no cemitério,seja na macaia,seja nos caminhos. Seja em qualquer lugar onde nosso trabalho seja necessário.
É se alegrar por saber que a Umbanda é uma religião maravilhosa,mas também sofrer porque os Umbandistas ainda são tão preconceituosos uns com os outros.
É ficar incorporado 5, 6 horas em cada uma das giras,sentindo seu corpo moído e ao mesmo tempo sentir a satisfação e o bem estar por mais um dia de trabalho.
É sentir a força do zoar dos atabaques,sua vibração,sua importância,sua ação,sua força dentro de uma gira e no trabalho espiritual.
É arriar a oferenda para o Orixá e receber seu Axé.
É ver um consulente entrar no terreiro chorando e vê-lo mais tarde sair do terreiro sorrindo.
É ter esperança que um dia,nós Umbandistas,acharemos a receita do respeito mútuo.
É ser Umbandista mesmo que outros digam que o que você faz,sua prática,sua fé,sua doutrina,seu acreditar,sua dedicação,seu suor,suas lágrimas e sacrifício,não sejam Umbanda.
É saber que existe vaidade mesmo quando alguém diz que não têm vaidade: vaidade de não ter vaidade.
É saber o que significa a Umbanda não para você,mas para todos.
É saber que as palavras somente não bastam. Deve haver atitude junto com as palavras: falar e fazer,pensar e ser,ser e nunca estar.
É saber que a Umbanda não vê cor,não vê raça,não vê status social,não vê poder econômico,não vê credo. Só vê ajuda,caridade,luta,justiça,cura,lágrima… e bom,mal e bem...Os problemas,as necessidades e a ajuda para solucionar os problemas de quem a procura.
É saber que a Umbanda é livre;não tem dono,não tem Papa,mas está aí para ajudar e servir a todos que a procuram.
É saber que você não escolheu a Umbanda,mas que a Umbanda escolheu você.
É amar com todas as forças essa Religião maravilhosa chamada Umbanda.

Por Etiene Sales

Com a Colaboração de Manuela Vieira