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Quadra 1, lote 1, Residencial Don Bosco, Cidade Ocidental. Veja como como chegar aqui.

Adorei as Almas!!!

Os Pretos-Velhos e as Pretas-Velhas são as entidades mais carismáticas da Umbanda. Com seu jeito humilde e manso no atendimento aos consulentes, esses guias enviados por Zambi para nos consolarem, vão fazendo com que nos sintamos à vontade e com isso, vão descobrindo e nos dizendo tudo aquilo que vai em nosso íntimo, propondo-nos soluções aos nossos problemas, muitas vezes, dando mensagens que só vamos realmente entender seu significado com o passar do tempo.
Eles atendem com o singelo e carinhoso nome de “Vovô” ou “Vovó” para que tenhamos exatamente a visão de que são pessoas de mais idade, com a sabedoria necessária para nos passarem a mensagem de otimismo, fé e resignação que nós, em nossa condição de encarnados e vivendo um cotidiano corrido, muita das vezes não conseguimos ter calma e paciência para resolver.
Esperam de nós que, ao nos sentarmos à sua frente, tenhamos o tempo e a calma para ouvir suas mensagens e ensinamentos. Mas, ao mesmo tempo, exigem de nós que provoquemos nossa mudança espiritual para conseguirmos passar por essa vida encarando as pedras no caminho e a cada uma delas que passemos, saiamos mais evoluídos espiritualmente.
Meu ingresso na Umbanda se fez na figura, dentre outras, de um Preto-Velho chamado Pai Antônio das Almas que me mostrou e me mostra a cada dia que a Umbanda é Amor, Caridade, Fé e Resignação. Dá-me conselhos e muitas vezes, também a bronca, quando meu espírito se limita a não querer mudar o que deve ser mudado.
Esse mesmo Preto-Velho fica triste comigo quando erro, e feliz nos meus acertos. Não passa a mão em minha cabeça e não finge que não vê o que precisa ser mudado. É um avô, mas com muitos cuidados com seus netos, exigindo deles o que nosso Pai Celestial quer ver em todos nós, a mudança das atitudes para que alcancemos nossa evolução.
Em poucas palavras, espero fazer uma singela homenagem aos Pretos-Velhos e Pretas-Velhas de minha função espiritual, e os que me acompanham por quaisquer outros motivos, mesmo que seja pela fé que deposito neles.
Que tenhamos sempre em mente que as entidades de luz que encontramos nos terreiros não estão lá para saberem fofocas de nossa vida, de nossas vaidades e caprichos. Estão lá, sim, para nos ajudarem – mesmo que essa ajuda não venha da forma que esperamos – e que saibamos entender a caridade praticada por cada guia incorporado seguindo as diretrizes traçadas pelas falanges dos trabalhadores do Astral.
Adorei as Almas!

Salve Pai Cipriano, Pai Antônio, Salve Pai Congo das Matas, Salve Vovó Joaquina, Salve Pai Firmino da Bahia!

Salve todos os Pretos-Velhos, entidades de Luz, trabalhadores na Seara Umbandista!

Feliz dia das Mães

Uma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista.
Pediram-lhe para informar qual era sua profissão.
Ela hesitou, sem saber como se classificar.
"O que eu pergunto é se tem algum trabalho", insistiu o funcionário.
"Claro que tenho um trabalho" exclamou Ana. "Sou mãe!"
"Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa", disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.
"Qual é a sua ocupação?" perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora: "Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas."
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar pra o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.
Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
"Posso perguntar" disse-me ela com novo interesse "o que faz exatamente?"
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder: "Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa).
Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas).
Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?).
O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24)"
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente abriu-me a porta.
Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra que do andar de cima, pude ouvir meu novo experimento - um bebê de seis meses - testando uma nova tonalidade de voz.Senti-me triunfante!
Maternidade... que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas Doutora-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas, as bisavós Doutora-Executiva-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas e as tias Doutora-Assistente.
Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras, Doutoras na Arte de Fazer a Vida Melhor!

(Marcelo Dias)

Dia das Mães

O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe teve a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem norte-americana, Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todos os Estados Unidos e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.

Dados Históricos: A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de O Hino de Batalha da República.

No Brasil, em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

Em Portugal, o Dia da Mãe é celebrado no primeiro domingo de Maio.

Em Israel o Dia da Mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o Dia da Família em Fevereiro.

Necessidade dos Médiuns

O medianeiro tem muitas necessidades e, dentre elas, destacamos a de policiar seus pensamentos, palavras e atos, para que eles não sirvam de escândalos. Todo esforço que se faz para a harmonia da vida, é mais vida que desfrutamos na essência de Deus. Um médium diligente cria na sua mente como que uma peneira espiritual, por onde filtra o raciocínio e os sentimentos, para que, a essa altura, a boca já fique resguardada, tanto quanto a vista e os ouvidos. Jesus recomenda a oração, mas não Se esqueceu de nos mostrar as necessidades da vigilância.

Qual médium que pode se sentir seguro da doutrina que ajuda a difundir, se não passou por sérios problemas, se não conheceu as dificuldades da vida, se não luta por sua auto-educação? Todos nós temos que passar pela peneira, que representa todos os contrários, e pelo balanço das mãos que nos perseguem e caluniam. No impacto das nossas deficiências com a luz do amor e da caridade, é que somos escolhidos como apóstolos do Mestre.

Vigiar é dever de todos, em quaisquer trabalhos; porém, e arte difícil. Se vigiamos em demasia, a imperceptível desconfiança chega, sem que a percebamos, e passamos a sofrer as conseqüências dos tormentos das indecisões.

Médium! Não penses, já que o Evangelho apresenta em toda a sua urdidura uma simplicidade incomparável, que ele é fácil de ser entendido. Pelo contrário, é um monumento literário de engenhosa estrutura. A sua singeleza proporciona facilidade de decorar; no entanto, memorizar não é conhecer a essência das idéias. É repetir textos que vêm à mente, sem participação da inteligência. Mesmo assim, não queremos julgar quem quer que seja; apenas usamos o assunto para trabalhar no ideal da vigilância, que não deve passar a ser imprudência.

... Educação dos médiuns... Quando usarem a palavra, mesmo que escapulam alguns pensamentos que possam servir de ofensa a quem os ouve, devem levar em conta a necessidade de peneirarem as emoções, para que as idéias não se transformem em sons audíveis aos que os observam, magoando-os, por invigilância, quando o intuito primeiro seria o de exemplificar o amor.

Se o primeiro chamado de Jesus é para a oração, o sensitivo de bom senso deve ser obstinado na prece, sem que ela fanatize os seus valores. Deve estender sua súplica dentro de regras que a sabedoria computa; fugir do abuso e de repetições sem proveito; entregar sua mente à oração, com a consciência sublimada no amor. Compreender como esgotar as energias gastas do seu mundo, como abrir as comportas para o Suprimento Maior, assimilando fluidos imponderáveis e transformando-os em vida, para si e para a humanidade. Muitos oram, porém poucos sabem como fazê-lo.

Texto retirado do Livro Médiuns de João Nunes Maia pelo Espírito de Miramez
Editora Espírita Cristã Fonte Viva

A Linha do Oriente na Umbanda

A Linha do Oriente é dividida em 07 falanges e composta em sua maioria por entidades de origem oriental é nessa linha que se encontram as falanges dos hindus, árabes, japoneses, chineses, mongóis, egípcios romanos, etc. Compõem-se estas falanges de espíritos que tiveram encarnação nesses povos e que através do ensino das ciências ocultas, praticam a caridade pregada na Umbanda..

Esta Linha procurou abrigar as mais diversas entidades, que a princípio não se encaixavam na matriz formadora do brasileiro (índio, português e africano). Podendo, a Linha do Oriente vir representada por entidades da linha de caboclo ou pretos-velhos.

As entidades que compõem esta linha são discretas, falando pouco, com linguajar perfeito e bastante correto, sendo que não gostam de dar consultas, e se precisam passar algum ensinamento ao consulente, o fazem através de frases curtas e cheias de significados. Os mais altos conhecimentos esotéricos da antiguidade são conhecidos, no plano astral, pelas entidades que se manifestam nessa Linha, já que nela estão representados grandes mestres do ocultismo (Esoterismo - Cartomancia - Quiromancia - Astrologia - Numerologia - Grafologia - etc.).

Atuando com a arte da cura, as entidades da Linha do Oriente buscam fazer o encarnado compreender bem as causas de suas enfermidades e a necessidade de mudança nessas causas, bem como a necessidade de seguirem à risca os tratamentos indicados. São entidades que vêm com a missão de humanizar corações endurecidos e fecundar a fé, os valores espirituais, morais e éticos no mental humano.

A Linha do Oriente é regida por Oxalá, e por Pai Xangô, fogo e calor divino, sendo que as entidades dessa Linha atuam nas irradiações dos diversos orixás, conforme as demais falanges da Umbanda.

É chefiada por São João Batista, que tem o comando dos povos do oriente, onde se manifestam espíritos de profetas, apóstolos, iniciados, cabalistas, anacoretas, ascetas, pastores, santos, instrutores e peregrinos.

A Linha do Oriente, que é chefiada por São João Batista, é constituída pelas seguintes Legiões:

1. Legião dos Hindus - Chefiada por Zartú
2. Legião de Médicos e Cientistas - Chefiada por José de Arimatéia
3. Legião de Árabes e Marroquinos - Chefiada por Jimbaruê
4. Legião de Japoneses, Chineses - Chefiada por Ori do Oriente
5. Legião dos Egipcianos, Astecas, Mongóis e Esquimós, Incas e outras raças antigas - Chefiadas por Inhoarairi, Imperador Inca antes de Cristo
6. Legião dos Índios Caraíbas - Chefiadas por Itaraiaci
7. Legião dos Gauleses, Romanos e outras raças européias - Chefiada por Marcus I - Imperador Romano.

A saudação para a Linha do Oriente é “Salve o Povo do Oriente!”. Alguns usam a saudação “Kaô”! (João Batista) e também “Salve o Povo da Cura!”.

Salve Jorge!!!

Salve meu Pai Ogum!!!

Na Terra criada por Obatalá, em Ifé, os orixás e os seres humanos trabalhavam e viviam em igualdade. Todos caçavam e plantavam usando frágeis instrumentos feitos de madeira, pedra ou metal mole, por isso o trabalho exigia grande esforço.

Com o aumento da população de Ifé, a comida andava escassa, era necessário plantar uma área maior. Os orixás então se reuniram para decidir como fariam para remover as árvores do terreno e aumentar a área da lavoura.

Ossaim, o orixá da medicina, dispôs-se a ir primeiro e limpar o terreno, mas seu facão era de metal mole e ele não foi bem sucedido. Do mesmo modo que Ossaim, todos os outros orixás tentaram um por um e fracassaram na tarefa de limpar o terreno para o plantio.

Ogum, que conhecia o segredo do ferro, não tinha dito nada até então, quando todos os outros orixás tinham fracassado, Ogum pegou seu facão, de ferro, foi até a mata e limpou o terreno. Os orixá, admirados, perguntaram a Ogum de que material era feito tão resistente facão, Ogum respondeu que era de ferro, um segredo recebido de Orunmilá.

Os orixás invejavam Ogum pelos benefícios que o ferro trazia, não só à agricultura, mas como à caça e até mesmo à guerra. Por muito tempo os orixás importunaram Ogum para saber do segredo do ferro, mas ele mantinha o segredo só para si.

Os orixás decidiram então oferecer-lhe o reinado em troca de que ele lhes ensinasse tudo sobre aquele metal tão resistente, Ogum aceitou a proposta. Os humanos também vieram a Ogum pedir-lhe o conhecimento do ferro, e Ogum lhes deu o conhecimento da forja, até o dia em que todo caçador e todo guerreiro tiveram suas lanças de ferro.

Mas, apesar de Ogum ter aceitado o comando dos orixás, antes de mais nada ele era um caçador, certa ocasião, saiu para caçar e passou muitos dias fora numa difícil temporada, quando voltou da mata, estava sujo e maltrapilho. Os orixás não gostaram de ver seu líder naquele estado, eles o desprezaram e decidiram destituí-lo do reinado.

Ogum se decepcionou com os orixás, pois, quando precisaram dele para o segredo da forja, eles o fizeram rei e agora dizem que não era digno de governá-los, então Ogum banhou-se, vestiu-se com folhas de palmeira desfiadas, pegou suas armas e partiu, num lugar distante chamado Irê, construiu uma casa embaixo da árvore de acocô e lá permaneceu.

Os humanos que receberam de Ogum o segredo do ferro não o esqueceram.

A Longa Capa Negra - Rubens Saraceni

Idade Média, ano de 1140. Época em que uma série de problemas sociais afligia os reinos europeus, entre eles, a política praticada pela nobreza e pelo clero romano-católico. Esse caos era manipulado pela Igreja, que incitava uns contra os outros no intuito de mantê-los frágeis e dependentes, permanecendo, assim, sob o seu controle político. À plebe, restava a dor, a miséria, o pranto e a tentativa de sobreviver em meio ao inferno causado por interesses diversos.

Nesse cenário de pobreza vivia a família de Ciro Vespasiano, filho de Giuseppe e de Angelina, que foi rejeitada por seu pai - o poderoso Giovanini Neri - por ser deficiente física, e que era humilhada pelos moradores da região.

Tudo mudou na vida de Ciro com a morte de seus pais, quando no cemitério, conheceu o misterioso Senhor da Longa Capa Negra, que vivia no mundo das trevas por conta das aberrações cometidas enquanto viveu no plano terreno. Montado em seu corcel negro, deu a Ciro um anel e abandonou na beira da estrada sua capa, que o jovem de 15 anos levou consigo após ouvir do cavaleiro que deveria tirar tudo o que pudesse do padre Benini, o condutor da paróquia local que passaria, então, a ser o seu tutor.

Sem entender o porquê daquilo, Ciro, que estava de partida, voltou à paróquia, conheceu a jovem Mariana, por quem se encantou, e seguiu para Bolonhttp://www.blogger.com/img/blank.gifha, na companhia do bispo Benini, que decidiu fazer do garoto seu discípulo e herdeiro de sua grande fortuna.

Uma história comovente que envolve poder, amor, ódio, traição em família e a saga dos Cavaleiros Templários, na qual Ciro acabou se envolvendo.

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Quantas pessoas vivem em prisões criadas por elas mesmas…

Tenho refletido sobre a importância da presença, do contato, da convivência e cheguei à conclusão de que muitas vezes vivemos tão dominados pelas nossas necessidades, pelo “nosso eu” e por tudo que o envolve que esquecemos, não percebemos ou muitas vezes não damos o real valor às pessoas que, de alguma forma, fazem parte dessa nossa existência aqui e agora.

São coisas, momentos, pessoas passando em nossas vidas, e por nossas vidas, e nós, tão limitados, nem percebemos a beleza, o perfume e a cor de tudo e de todos. Nosso olhar e nosso viver estão tão sistemáticos e tão automáticos que perdermos momentos significantes e oportunidades únicas.

Perdemos a oportunidade de ver folhas voando no tempo, cachorros farejantes em busca de novos encontros, flores abrindo-se prontas para serem percebidas. Perdemos significativas oportunidades de ver e sentir o movimento do vento, a presença do amigo protetor, o sorriso depois de um abraço e o olhar carinhoso depois de um gesto amoroso.

Fico pensando nas marcas do choro, no reflexo do sorriso, na esperança do ‘até mais tarde’, no significado de um ‘tchau’, na representação da frase ‘fica com Deus’ ou ‘vai com Deus’. São frases, palavras, expressões, coisas tão comuns que em muitos momentos perdem o valor e o significado se tornando hábitos inexpressíveis.

É triste, mas fico pensando quantas pessoas vivem em enormes, fortes e frias prisões criadas por elas mesmas. Quantas pessoas deixam de viver, deixam de respirar, deixam de amar, deixam de olhar, de sentir e de buscar. Quantas pessoas estão com seus campos de visão tão limitados e individualizados que não conseguem ver “Além”, ver o outro, ver o próximo e ver seu próprio íntimo.

Quantas pessoas percebem tarde demais a falta, e aí só resta gritar, gritar e gritar por aquilo que já está longe e por aquilo que já não é mais possível, afinal a prisão já se materializou.

É preciso parar, respirar, olhar, sentir e buscar amorosos encontros e encantadores momentos. E isso não está longe, está na riqueza da natureza, na diversidade da feira, no ecumenismo dos torcedores em final de Copa do Mundo, nos olhares que são direcionados a nós, nas palavras cotidianas, nos gestos simples, nos toques sinceros, na presença fiel e amorosa de um espírito amigo que quer, simplesmente, nos ver felizes, seguros e plenos.

É isso! Tenho certeza que se parássemos agora para olharmos em nosso envolta teríamos grandes surpresas.

Vale a pena tentar. Vale a pena perceber o quanto estamos gritando.

Escrito por: Mãe Mônica Caraccio (www.minhaumbanda.com.br)

Filme dos Espíritos - 07/10/2011

O Filme dos Espíritos Após perder a esposa e a caminho do suicídio, um homem se depara com “O Livro dos Espíritos” e começa uma jornada de transformação interior rumo aos mistérios da vida espiritual e suas influências no mundo material.

Elenco: Nelson Xavier, Ênio Gonçalves, Etty Fraser, Ana Rosa, Sandra Corveloni, Reinaldo Rodrigues.
Direção: André Marouço e Michel Dubret
Gênero: Drama
Distribuidora: Paris Filmes
Estreia: 7 de Outubro de 2011